sábado, 7 de agosto de 2010

A importância da qualificação profissional como oportunidades para jovens e adolescentes


Sabemos que a qualificação profissional é importante para inserir jovens e adultos no mercado de trabalho. Porém, poucas pessoas se dão conta de que ela é fundamental no crescimento das pessoas, principalmente dos jovens e adolescentes, na formação da sua cidadania e na elevação da auto-estima. De fato, a qualificação profissional muda as pessoas, suas famílias e a comunidade onde vivem.
O Jovem, quando faz um curso profissionalizante, pensa em utilizar os conhecimentos adquiridos no curso para melhorar a sua vida, da sua família e de sua comunidade, divide o que sabe com aqueles que não tiveram a mesma oportunidade de formação, tem visão ampla sobre a educação que recebeu, quer multiplicá-la, mas, não
tem oportunidade.

O Governo Federal tem programas com o Pro-jovem Trabalhador, que prepara o jovem para ocupações com vínculo empregatício ou para outras atividades produtivas geradoras de renda, por meio da qualificação social e profissional. São diversos os meios e os instrumentos que podem ser usados para que a mão-de-obra no nosso Estado possa ser aproveitada com pessoas do próprio Estado, sem precisar trazer
mão de obra qualificada de fora.
Nesse sentido, a concepção de juventude com a qual trabalhamos não se reduz a uma fase da vida preparatória para o mundo adulto. Isso significa que temos que pensá-la no presente e considerar suas vivências e particularidades. Percebemos que a juventude vive um momento crítico, no que diz respeito à possibilidade de concretização dos seus projetos, da realização de seus sonhos e na sua inserção na  sociedade.
Lembramos que a Constituição Federal Brasileira assegura a formação integral da criança e adolescente, garantindo-lhe o direito à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, o que nos leva a defender que as jornadas de trabalho deveriam guiar-se por estes princípios.
Sendo assim, acreditamos que o direito à profissionalização não pode ser interpretado isoladamente dos demais direitos, ou seja, a sua formação profissional deve assegurar-lhes tempo e condições para as outras atividades que também são de igual importância.

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